A conversa espontânea se constrói a cada intervenção dos interlocutores, ou seja, a elaboração e a produção ocorrem, simultaneamente, no mesmo eixo temporal. É uma atividade co-produtiva, que “nunca se pode prever com exatidão em que sentido o parceiro vai orientar a sua intervenção” (Koch, 1997), o que não significa que sua organização seja caótica ou aleatória. As contribuições dos falantes devem demonstrar, de alguma forma, uma relação com o curso da conversa, pois a conversação é uma atividade semântica, ou seja, um processo de produção de sentidos, altamente estruturado e funcionalmente motivado.
(Ângela Paiva Dionísio, “Análise da Conversação”. In: Mussalim e Bentes, 2004)
As considerações da autora, tomadas em relação à teoria que desenvolve sobre fala e escrita e aos Parâmetros Curriculares de Língua Portuguesa (1998), permitem afirmar que
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De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (1998), “ao realizar atividades de análise e reflexão sobre a língua, os alunos necessitam explorar ativamente um corpus de palavras, para explicitar as regularidades ortográficas no que se refere às regras contextuais”, ou seja, os alunos precisam saber as regras que envolvem palavras cuja grafia é definida pela localização do som no interior da palavra. No texto, os vocábulos que exemplificam essas regras, conforme os destaques realizados, são:
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Considere as passagens do texto:
• Rodrigo Duterte, presidente das Filipinas, já xingou a mãe do americano Barack Obama, amaldiçoou a União Europeia e ameaçou declarar guerra ao Canadá. (1o parágrafo)
• Teme-se também que ele vá tentar uma fórmula de perpetuar-se no poder, seja diretamente, seja através da filha Sara Duterte-Carpio, hoje prefeita de Davao, a quarta cidade mais populosa do país. (8o parágrafo)
De acordo com Marcuschi (in: Dionísio, Machado e Bezerra, 2002), em um gênero textual pode haver mais de um tipo textual, o que permite afirmar que “um texto é em geral tipologicamente variado (heterogêneo)”. Nesse sentido, é correto afirmar que, nas passagens, predominam, respectivamente, as sequências:
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Em conformidade com a norma-padrão e com os aspectos de coesão e coerência, a passagem “Pode-se atribuir grande parte da aprovação ao desempenho da economia, que vem crescendo a um ritmo de mais de 6% anuais, com inflação e desemprego sob controle.” (5o parágrafo) está adequadamente reescrita em:
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Kleiman (1993) afirma que “o autor deixa [pistas] no texto para ajudar a reconstruir seu quadro referencial”. Elas constituem a modalização, isto é, “aquelas palavras que indicam o grau de comprometimento do autor com a verdade, ou a justeza da informação, relativizando-a ou para mais, a certeza absoluta, ou para menos, a possibilidade mais remota”. A análise da autora está corretamente exemplificada com a expressão destacada na seguinte passagem do texto:
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Outro lugar de divergência entre o estruturalismo americano e a teoria das Estruturas Sintáticas está na definição dos objetivos das teorias. Enquanto as teorias estruturalistas eram, em geral, explicitamente descritivas, a teoria de Estruturas Sintáticas se pretendia explicativa, no sentido de que os fenômenos deviam ser deduzidos de um conjunto de princípios gerais.
(José Borges Neto, “O empreendimento gerativo”. In: Mussalim e Bentes, 2005)
Em relação às teorias citadas no texto, os Parâmetros Curriculares Nacionais enfatizam que elas
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Com base em Koch e Elias (2011), na frase “Você tem que parar com isso!”, o termo destacado é um pronome que alude
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Com base em Rojo e Moura (2012) e Marcuschi (2008), é correto afirmar que a tira se constitui
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Na produção de uma sequência didática, os docentes de uma escola optaram por começar o trabalho a partir da cultura literária ficcional, continuando com a documentação e memorização das ações humanas. A proposta seria concluída com a transmissão e construção de saberes. Com base em Dolz, Gagnon e Decândio (2010), os gêneros que estariam orientando as atividades seriam, respectivamente:
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De acordo com Lajolo (1993), o professor de Português deve
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